segunda-feira, 18 de março de 2013

Projeto Sacada para o Futuro retoma atividades


O projeto Sacada para o Futuro retoma suas atividades a partir de amanhã(19), na sede da Ecosul. Este ano participam do projeto alunos da Escola Santa Terezinha, do Bairro Três vendas. Para dar continuidade ao projeto foram selecionados 26 alunos, sendo 13 meninos e 13 meninas, com idades entre dez a doze anos de idade. Os estudantes serão levados até a Ecosul todas as terças-feiras à tarde, das 14h às 17h, e terão aulas de tênis, reforço escolar e aulas de educação do trânsito. Eles ainda receberão lanche e um kit contando caderno, lápis e borracha, camiseta, boné e garrafinha de água.
Novamente esta ação é coordenada pelo professor Ricardo Hadler (Foguinho), em parceria com Andrea Conceição, além de estagiários da Escola Superior de Educação Física, da Universidade Federal de Pelotas (ESEF/UFPel) e da Faculdade de Pedagogia da UFPel. Guilherme Goldani, advogado da concessionária e responsável pelo projeto, está bastante animado para o recomeço das atividades. “O projeto tem sido recebido positivamente pela comunidade, pais, professores e próprios alunos, prova disso é que alguns queriam que o projeto continuasse nas férias”, observa Goldani. O projeto integra as ações de responsabilidade social da concessionária.

Retrospecto
No ano passado o projeto já revelou talentos. A dupla formada por Igor Duarte e Felipe Ribeiro Antoarte, alunos da Escola Municipal Independência que participaram do projeto em 2012, venceram a categoria juvenil do Torneio da Primavera do Dunas Clube. A final foi disputada contra Pierre Silveira e João Pedro Aldrigue, também alunos do projeto e estudantes da mesma escola. Antes disso os atletas já haviam conquistado o pódium no Torneio do Clube Brilhante. Na opinião do professor Ricardo Hadler os resultados nas quadras retrataram a importância do projeto na comunidade e o quanto existem potenciais adormecidos, esperando por uma chance. “Projetos de inclusão através do esporte, como o Sacada para o Futuro, dão a oportunidade para que essas crianças tenham contato com um esporte ainda restrito para muitos no país”, avalia.

Foto: Felipe Nyland
Redação: Roberto Giovanaz / Satolep Press

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